Eis que chega a hora da reforma, da construção ou da revisão do sistema elétrico e, alguém te lembra da necessidade da seletividade de proteção. Mas afinal, o que é e qual a importância da seletividade?
Falhas elétricas, muitas vezes, são inevitáveis em instalações prediais, industriais e residenciais e podem ter diversas origens. Essas panes são, por exemplo, causadas por sobrecargas de corrente, curtos-circuitos, correntes de energização, falhas a terra ou correntes transitórias originadas por afundamentos momentâneos de tensão.

Mas o que isso significa no dia a dia?

Na prática, uma pane elétrica interrompe o fornecimento de energia e pode causar desde um simples aborrecimento, como também causar prejuízos à instalação ou causar problemas em aparelhos eletroeletrônicos, por exemplo.
Ou ainda, outros prejuízos podem ser contabilizados quando acontecem uma falha elétrica. Tal como, o custo do tempo em que o sistema ficou interrompido em uma indústria ou empresa, impedindo o funcionamento normal das atividades. Em muitos casos, essa paralização, enquanto a empresa está sem energia é muito onerosa para a empresa e, muitas empresas, não conseguem levantar qual o custo efetivo que uma parada inesperada causa em suas finanças
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A questão é que, apesar de não ser algo visível, falhas nas instalações ocasionadas pela falta de um planejamento, podem dar dores de cabeça. É aí que entra o estudo de seletividade e proteção, que nada mais é que um projeto que:
– Determina os equipamentos de proteção elétrica;
– Especifica os tempos de atuação de cada dispositivo;
– E verifica a suportabilidade dos dispositivos, com estudo de nível de curto circuito das instalações.

Como é feito o estudo de seletividade

O estudo de seletividade utiliza duas tecnologias para a proteção: os disjuntores e os fusíveis, dispositivos que evitam as consequências imediatas de curto-circuito. Mas, então você se pergunta: “esses dois dispositivos já não são comumente usados em instalações?”. A resposta é sim. É evidente que os dispositivos de proteção já são amplamente empregados e obrigatórios nas instalações. Mas o que ainda não é habitual é a correta aplicação para reduzir danos.
Por isso, um projeto elétrico bem elaborado leva em consideração a seletividade e proteção de todo o sistema. O que isso quer dizer? Que se o projeto não ponderar a seletividade poderá ter sua instalação totalmente desligada quando ocorrer qualquer problema elétrico em qualquer ponto.
A seletividade prevê que haverá proteções intermediárias na instalação e que estas serão acionadas em caso de problemas decorrentes de um curto-circuito ou sobrecarga em um ramal distinto, evitando que seja acionada a proteção principal da instalação e em consequência desligando toda a planta.

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